A proteção animal como marca do mandato na Câmara
No mandato de 2025, Kátia levou para Brasília a pauta que aprendeu na ponta, ao lado dos protetores de Juiz de Fora: fiscalização, cobrança e apoio a quem cuida.
Quem chega a Brasília vindo da ponta sabe onde a política falha. Foi assim com Kátia Dias: depois de anos ao lado dos protetores e das ONGs de Juiz de Fora — em resgates, mutirões de castração e vacinação e eventos de adoção —, ela assumiu o mandato de deputada federal em fevereiro de 2025 e fez da proteção animal a marca da sua atuação.
Já no primeiro mês, a causa apareceu na agenda parlamentar. No período em que exerceu o mandato, Kátia apresentou requerimentos de fiscalização e cobrança em defesa dos animais, incluindo a cobrança de providências à UFMG sobre os cães que permaneciam confinados no antigo canil de testes do ICB — animais que hoje vivem em abrigo parceiro, em Juiz de Fora.
A atuação não parou aí. Como titular na Secretaria da Mulher e integrante das comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência, ela manteve o mesmo fio condutor: cuidado com quem mais precisa.
É essa experiência que sustenta a proposta central da candidatura de 2026 — ampliar os serviços oferecidos pelas unidades móveis de castração e vacinação que já rodam Minas, inserindo o atendimento veterinário itinerante, como política federal permanente.
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